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Quatro alunos da Escola Básica D. Dinis estão em confinamento

“O Diretor do Agrupamento e o Serviço de Autoridade de Saúde de Leiria efetuaram todas as diligências recomendadas”, garante a direção da Escola.

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Escola D. Dinis Leiria
Foto: Escola D. Dinis, em Leiria / DR

Quatro alunos da mesma turma estão em confinamento, confirmou o diretor do Agrupamento de Escolas D. Dinis, em Leiria, ao Notícias de Leiria, depois de um aluno ter testado positivo à covid-19.

Em resposta ao nosso jornal, o diretor Jorge Filipe Camponês, explica que depois de um aluno ter testado positivo, este domingo, para a covid-19, quatro alunos estão em confinamento.

O diretor acrescenta ainda que não há professores visados e que o plano de aulas mantém-se inalterado, sendo que os alunos envolvidos diretamente “foram colocados em confinamento, pelo Serviço de Autoridade de Saúde de Leiria”, lê-se em comunicado divulgado pelo Agrupamento.

Quanto à petição em que pais e encarregados de educação dos alunos da Escola Básica 2,3 D. Dinis pedem a “revisão do plano de contingência da Escola Básica 2,3 D. Dinis no cumprimento das orientações da DGS para o ano letivo 2020/2021”, Jorge Filipe Camponês afirma que “é do conhecimento de todos que as escolas de uma forma genérica se debatem com dificuldades para oferecerem as melhores condições possíveis de segurança sanitária”.

Não sendo o Agrupamento de Escolas D. Dinis uma exceção, considera o diretor, afirma que as “premissas elencadas não correspondem com a realidade da situação de contingência vigente na EB D. Dinis”.

Entre os vários aspetos que consideram não estar a acautelar a segurança da comunidade escolar, quanto às orientações da Direção Geral de Saúde (DGS) para a covid-19, os peticionários apontam a inexistência do desfasamento de horários, causando uma grande concentração nas entradas e saídas da escola.

Também é apontada a orientação de apenas ser permitida a ida às instalações sanitárias de três alunos de cada vez o que causa dificuldades tendo em conta o número de alunos.

“As salas não têm condições para assegurar a distância social de 1,5 metros entre alunos, que estão a dividir mesas (com comprimento inferior ao que permitiria esse afastamento) sem qualquer estrutura para divisória, apenas uma fita-cola a dividir a mesa”, refere também a petição.

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