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O Portugal Imigrante

“Não respeitam as leis do país que os acolhe, sendo que nesta situação torna-se mais grave, pois muitas vezes querem impor as suas próprias leis, quer por fator étnico, religioso ou político”.

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Opinião Notícias de Leiria
Foto: NL

Existem situações que aos olhos de muitos cidadãos são suficientes para nutrirem vergonha e uma enorme repulsa pela forma como alguns infortunados portugueses encaram a vida. Nos últimos tempos a imigração aumentou para uma escala em que em alguns momentos parece que estamos num outro país. Lisboa em tempos foi uma capital com características únicas e distintas, hoje é um aglomerado de culturas e povos ocupando, impondo e disseminando os seus hábitos e tradições, tornando a nossa bela capital numa mistura entre clássico e um mercado de rua do Bangladesh. Infortunadamente existem portugueses que não têm outra opção senão viverem na rua, dependentes da ajuda de outros cidadãos e de instituições, e por outro lado, temos outros que não sendo portugueses são-lhes concedidos tudo de forma simplificada e gratuita. Vemos maioritariamente homens a chegar, praticamente sempre jovens, possuidores de telemóveis topo de gama e raramente vemos famílias completas.

São-lhes dados rendimentos sem laborarem, pois, recusam-se a fazê-lo. A habitação onde residem é totalmente equipada e uma enorme quantidade de mordomias que nenhum outro português tem quando emigra, e se as tiver têm que laborar e pagar impostos. Não respeitam as leis do país que os acolhe, sendo que nesta situação torna-se mais grave, pois muitas vezes querem impor as suas próprias leis, quer por fator étnico, religioso ou político.

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Das coisas que mais me deixa estupefato é o facto de existir sujeitos e organizações que defendem essas medidas, talvez pelo politicamente correto ou populismo político, mas a meu ver, esses mesmos defensores não têm o sentido de responsabilidade e patriótico que propõe nas suas ideologias. Centenas de milhares de estrangeiros escolhem Portugal como destino migratório, ou até mesmo como porta de entrada para a europa e face a este último ponto criou-se máfias, das quais traficantes de seres humanos, exploradores do trabalho imigrante, advogados de imigração, subempreiteiros, agências e pseudo agências de trabalho temporário, etc. Muitas empresas se tornaram dependentes do dinheiro ou do trabalho imigrante, sendo que alguns desempenham bem as suas funções laborais, mas, infelizmente muitos outros apenas aumentam a cadeia de exploração.

Por outro lado, existem também imigrantes que escolhem Portugal para trabalhar e refazer as suas vidas, abrem pequenos negócios, aprendem a língua portuguesa, pagam impostos e rapidamente integram-se na sociedade. O mais grave ainda são as instituições de relevo criadas como o Alto Comissário para as Migrações, a nomeação de uma secretária de Estado para a Integração e Migrações, ou até mesmo o trivial Observatório das Migrações.

Infelizmente, por mais projetos que sejam estabelecidos não existe um aproveitamento mínimo dos mesmos e no meio disto tudo temos o SEF, uma instituição, que executa um trabalho exemplar mas, que muitas vezes vê-se limitado por demagogia política, maioritariamente do sistema ou a ver todo o trabalho a cair por terra quando as instituições já aqui referidas, assumem o restante trabalho e usam dinheiros públicos para alojar imigrantes em hostels e que depois não sabem se estão nos alojamentos ou em outra parte do país ou do mundo. Face aos acontecimentos ocorridos em outros países da União Europeia, que acolheram de braços abertos todos os imigrantes, podemos concluir que parte desses que se auto intitulam de refugiados muitas vezes demonstram atitudes e comportamentos dos quais não pertencem a uma sociedade civilizada.

Infelizmente por causa de uns pagam os outros.

 

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O Notícias de Leiria convidou todos os partidos representados na Assembleia da República para a publicação de um artigo de opinião, da inteira responsabilidade do seu autor.

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Militante do partido Chega! Tem 24 anos, é natural de Leiria e técnico de manutenção.

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