Ligue-se a nós

Sociedade

Hospital de Leiria reativa nível III do plano de contingência

A Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande disponibilizou mais de uma dezena de camas para cuidar de doentes covid-19 positivo.

Publicado

em

Taxi Centro Hospitalar de Leiria
Foto: Centro Hospitalar de Leiria / DR

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Leiria (CHL) deliberou a reativação do nível III do seu plano de contingência do Serviço de Medicina Intensiva – Covid-19, com efeitos a partir desta segunda-feira, dia 11 de janeiro.

Assim, faz saber o CHL através de comunicado, passam a estar ativadas com possibilidade de serem ocupadas 15 camas de tipologia III, ou seja, com ventilação mecânica invasiva, (dez no Serviço de Medicina Intensiva e cinco na Unidade de Cuidados Agudos Polivalente – UCAP), e 15 camas de nível II na UCAP.

A decisão inclui ainda ativar o nível do Plano de Resposta Covid-19 – camas nível I, passando a haver uma distribuição de 120 camas, localizadas na torre nascente do Hospital de Santo André (HSA), em Leiria.

“Os procedimentos e instruções de trabalho estão continuamente a ser revistos e adaptados a cada fase da pandemia, seguindo o nosso Plano de Contingência. O CHL tem vindo a ajustar as suas estruturas e estratégias para continuar a disponibilizar todos os níveis de cuidados à comunidade que serve”, explica Licínio de Carvalho, presidente do Conselho de Administração do CHL.

Face ao contexto de crescimento da afluência de utentes ao CHL, o Conselho de Administração decidiu ainda contratar a Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande para a utilização de camas de nível I, para alocar doentes Covid-19 sem alta clínica oriundos do CHL, e que são geridas pela Unidade de Hospitalização Domiciliária.

O CHL assegura o transporte, a medicação e a vigilância clínica destes doentes, bem como a gestão do processo de alta, e a Santa Casa da Misericórdia assegura os restantes cuidados aos doentes.

«Devido ao elevado número de doentes internados, ventilados e não ventilados, e considerando a afluência crescente à ADR-SU, com o possível aumento de doentes positivos para a Covid-19 que necessitem de internamento, decidimos encontrar alternativa no setor social para libertar camas para os doentes mais críticos», esclarece Licínio de Carvalho.

POPULARES