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Cultura

Escultor Joaquim Correia ganha estátua no topo do Teatro Stephens

A escultura “Sopro” junta-se às pinturas “Clarão” que homenageia a indústria vidreira e “Perseverança” numa alusão aos bombeiros.

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Sopro / Riscas Vadias
Foto: Sopro / Riscas Vadias

A terceira e última intervenção artística do Festival “Marinha Grande, SOPRO: ARTE PÚBLICA”, promovido pela Câmara Municipal da Marinha Grande e pela Associação Riscas Vadias, foi instalada na pala do Teatro Stephens, na passada sexta-feira, dia 20 de novembro.

Trata-se de uma escultura intitulada “Sopro”, da autoria de Ricardo Romero @matilhastudio, e surge no âmbito do centenário do escultor Joaquim Correia.

É uma escultura com cerca de três metros de altura, que homenageia os artesãos do vidro, faz saber a autarquia na Marinha Grande.

“Tendo como referência a estética dos gessos do escultor centenário, esta obra convoca desde logo uma nova leitura sobre uma técnica tradicional à imagem dos recursos contemporâneos do tempo em que vivemos”, escreve a autarquia.

Nesta, a referência à natureza é subtil, com a presença de um esquilo no ombro da figura. O interesse do artista pela natureza e os recursos essenciais que dela provêm, são desde logo o motivo de grande parte da sua obra.

A escultura é uma obra do artista Ricardo Romero, nascido em Évora mas atualmente a viver e a trabalha em Leiria.

A escultura “Sopro” junta-se assim às pinturas “Clarão” que homenageia a indústria vidreira e foi feita por Ricardo Romero e Nuno Viegas, na parede de um prédio em Casal de Malta, e “Perseverança” na qual o artista Robot homenageia os bombeiros, tendo sido pintada na torre dos Bombeiros da Marinha Grande.

Tenho 35 anos, sou natural de Leiria e licenciada em Jornalismo. Há mais de 10 anos que escrevo e conto notícias, primeiro apenas para a rádio e agora também para o digital.

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